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“Senhor do tempo e da eternidade, neste século que clama por sentido, renova em nós a fé verdadeira. Que a esperança ilumine nossos passos em meio ao caos e à dúvida. Dá-nos coragem para enfrentar o vento das mudanças, e sabedoria para amar o próximo sem medo. Ensina-nos a ouvir o silêncio do coração em meio ao barulho do mundo digital. Que sejamos luz que transforma, mãos que constroem e vozes que clamam pela paz e justiça. Amém.”
“Hoje recordamos Santa Mônica, uma mulher de fé extraordinária que viveu no século IV, no norte da África. Foi esposa de Patrício e mãe de Santo Agostinho. Sua maior força esteve na oração constante e na confiança em Deus, mesmo diante das dificuldades familiares. Com paciência, perseverança e amor materno, ela nunca desistiu de buscar a conversão do filho, que mais tarde se tornou um dos maiores santos da Igreja. Santa Mônica é, até hoje, modelo de esperança, padroeira das mães e inspiração para todos aqueles que enfrentam desafios no lar e na vida espiritual.”
Apresentação de Santa Mônica
Origem: Nasceu no século IV, em Tagaste, norte da África.
Família: Casada com Patrício e mãe de Santo Agostinho.
Virtudes: Mulher de fé, perseverança e profunda esperança em Deus.
Missão: Rezar pela conversão do marido e, sobretudo, de Agostinho, tornando-se exemplo de paciência e amor materno.
Legado: É hoje reconhecida como padroeira das mães e famílias, inspirando confiança na oração e na força da fé diante das dificuldades.
“Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho, nasceu no século IV em Tagaste, no norte da África. Mulher de fé inabalável, perseverou em oração pela conversão do marido e, sobretudo, do filho, que se tornou um dos maiores santos e doutores da Igreja. Sua vida é exemplo de paciência, amor materno e esperança em Deus. Santa Mônica ensina a confiar na oração e a nunca desistir da fé diante das dificuldades. É padroeira das mães cristãs e intercessora pelos que enfrentam desafios familiares e espirituais.”
O evangelho de hoje nos recorda que seguir Jesus é um caminho de entrega e confiança. Ele nos convida a sair da indiferença e a colocar o amor no centro de nossas escolhas. Não basta ouvir a Palavra, é preciso vivê-la com gestos concretos de compaixão e serviço. Muitas vezes nos deixamos prender pelo medo ou pelas preocupações, mas Cristo nos chama a olhar para além das limitações, abrindo espaço para a esperança e para a fé. Seguir o Senhor é caminhar com coragem, colocando nossa vida em suas mãos e deixando que Ele seja luz em cada passo.
Pai eterno, Senhor da vinha, que chamas cada um a seu tempo e concedes a todos a mesma recompensa do Teu amor, ensina-nos a não medir a vida pela lógica do mérito, mas pela gratuidade da graça. Que possamos alegrar-nos com cada irmão chamado, sem inveja nem comparação, reconhecendo que a verdadeira justiça está na Tua misericórdia. Dá-nos coração simples para servir com alegria e confiar que, no fim do dia, a plenitude da vida eterna é dom que só de Ti recebemos.